Software Open Source no Windows: Um passo em direção à liberdade

10 Outubro, 2009

Escrever sobre tecnologia é sempre um prazer; só preciso encontrar o tempo e a motivação necessários.
Hoje venho lhes falar sobre software Open Source (Código aberto) no Windows.

Sei que a maioria dos meus posts são sobre Linux, mas hoje gostaria de falar sobre esse tema, pois… bem, a explicação é a seguinte:

Você é um usuário de Windows e gostaria que ele fosse de certa forma melhor, ou que houvesse alguma alternativa a ele.

Você se considera sem saída e aceita que mesmo não gostando, tem que usar o Windows.

Você lê em alguns lugares, algumas pessoas ou artigos falando sobre um tal de Linux, ou algo chamado Software Livre, mas não sabe bem como isso é a fundo.
Mesmo lendo que não existem Spywares, nem Adwares, nem Vírus no Linux, você ainda cultiva um certo medo de mudança ou medo do desconhecido, e não quer testá-lo.

Dúvidas surgem na sua cabeça; você pensa que isso é muito difícil de usar ou até, quem sabe, pensa em deixar o Windows e seus problemas e começar a usar esses programas chamados de “Software Livre”, mas não tem a coragem necessária para instalar um Linux, ou não sabe como fazer para rodar um LiveCD, ou não quer mergulhar logo de cabeça nesse novo mundo.

Para você escrevo esse artigo, apresentando alternativas aos softwares que você utiliza no Windows.
Os programas que venho a apresentar aqui são de graça, não contém Spywares, nem Adwares, nem Vírus, pois são Open Source ou Software Livre.
Obs: Open Source e Software Livre não significam a mesma coisa, mas não vou entrar nesse assunto, pois não é o objetivo deste artigo, já que não é a minha intenção confundir ainda mais aqui.

Alguns desses softwares talvez você até já conheça e utilize no Windows, por serem bastante conhecidos.

A minha intenção com este artigo, é que você conheça e vá se acostumando com os softwares que você utilizaria no Linux, ao usá-los desde já no Windows.
Isso fará com que uma possível futura migração seja a mais suave possível.

Abaixo listo alguns desses softwares:

Mozilla Firefox

Este é o navegador que vem por padrão na maioria das distribuições Linux. É muito mais seguro e personalizável que o Internet Explorer que vem por padrão no Windows, além de seguir muito melhor os padrões do W3C que o Internet Explorer.
Download aqui

Pidgin

Com o pidgin, você pode se conectar não só ao MSN, mas também a diversas outras redes, como AIM, Yahoo, ICQ, Facebook, etc. ao mesmo tempo!
Download aqui

Mozilla Thunderbird

Do mesmo pessoal do Firefox, o Thunderbird é o cliente de E-Mail para substituir o Outlook no Windows.
Download aqui

OpenOffice.org

O OpenOffice ou BROffice, é um software que substitui o Microsoft Office no Windows. Com o OpenOffice, você não precisa pagar uma licença para ter o Microsoft Office, e pode ter programas compatíveis com o Word, Excel, Powerpoint, etc. de graça! Além de aceitar o formato OpenDocument (ODF), que está virando padrão oficialmente em diversos lugares. Talvez possa não ser tão bom para usuários avançados do pacote da Microsoft, por não ter algumas funções que este possui, mas se você utiliza só o básico como eu, não terá nenhum problema.
Download aqui

Audacity

Audacity é um software para gravação de audio, onde você pode também recortar músicas e colar diversos pedaços de várias músicas, além de aplicar diversos efeitos, e etc.
Download aqui

GIMP

Se você tem um Photoshop pirata instalado no Windows só pra recortar e redimensionar fotos, tirar espinhas, e coisas do tipo, o GIMP é uma boa escolha para você.
Download aqui

7-Zip

Esse software é altamente recomendado por mim. Compacta e descompacta arquivos .ZIP, descompacta arquivos .RAR, compacta e descompacta arquivos .7z, e muitos outros formatos. Você não precisa do WinZip nem do WinRAR instalados no Windows. Instale o 7-Zip e não seja mais incomodado com mensagens sobre licença, expiração, e coisas do tipo.
Download aqui

Por agora é isso. Quem tiver mais dicas de softwares que sejam Open Source e/ou Software Livre e rodem em Windows e Linux, pode dizer nos comentários, que eu adiciono na lista e deixo os créditos da contribuição.

Fonte: http://www.opensourcewindows.org


A praticidade de um Mouse Bluetooth no GNU/Linux

16 Maio, 2009

        Gostaria de falar nesse artigo, sobre o novo mouse que eu acabei de comprar, e como foi fácil fazê-lo funcionar no Linux. O modelo é o Navigator 900 Bluetooth Mouse, da Genius.

Genius Navigator 900

Genius Navigator 900

        Sempre descartei a possibilidade de ter um mouse wireless, porque teria que conectar aquele transmissor na USB, e se fosse pra conectar algo na USB, então porque não usar logo um mouse USB com fio? Além daquele conector pra mouses wireless ocupar uma USB, ainda ficava feio, algo sempre presente ali no Notebook, pra fora..

        Pensando assim que comecei a pensar em adquirir um Mouse Bluetooth, em vez de um mouse Wireless, já que meu Notebook (Dell Inspiron 1525) tem bluetooth interno, e não precisaria conectar nada na USB, não precisaria daquele transmissor que os mouses wireless tem.. Tá bom, sei que pode vir um engracadinho e comentar aqui que bluetooth também é wireless (sem fio).Ok, vocês sabem do que eu estou falando aqui quando eu digo “mouse wireless”; Estou falando dos mouses wireless que não são bluetooth.

Sobre o mouse

Desempacotando o mouse:

Desempacotando

        O mouse Genius Navigator 900 vem com um manual em diversos idiomas, ensinando como conectar no Windows e MacOSX, e funciona com 2 pilhas AA, que já vem inclusas. Possui resolução de 800dpi. Na verdade, não achei ele tão preciso.

Pilhas

        O mouse custou R$69,00, com 1 ano de garantia, na RioCraft, que fica na Av. Rio Branco, 156 (PromoInfo). Ainda não sei qual é a duração das pilhas nele, pois comprei recentemente.

        Ele é bem compacto, e nessa foto abaixo, parece que o meu mouse anterior que comprei em Asunción é gigantesco, mas é o Genius que é pequeno mesmo, e faz o outro parecer gigante. Haha

(Sorry about the flash)

Darth Vader e Jango Fett. haha

Darth Vader e Jango Fett. haha

A configuração do sistema

        Enfim, aqui no meu Notebook, uso o Arch Linux, e estou muito satisfeito com a distro. Já utilizava o Bluetooth antes de comprar esse mouse, para ouvir música com um headphone da Nokia que veio junto com meu celular, e também para passar algumas músicas e imagens do Notebook pro celular, e vice-versa. (Talvez depois possa escrever um artigo mostrando como conectar o headphone bluetooth para usar no GNU/Linux)
Tenho os seguintes pacotes instalados, relacionados a Bluetooth:

- bluez
- gnome-bluetooth
- libbtctl
- blueman
- python-pybluez
- gnome-vfs-obexftp (Disponível no AUR)

        No arquivo “/etc/rc.conf”, que é o arquivo de configuração central do Arch Linux, no array de daemons, tenho adicionado o serviço @bluetooth, com uma arroba na frente, pra que o bluetooth seja inicializado em background na hora do boot.

        Utilizo o Gnome aqui, e em “Aplicativos de sessão”, ou seja, os programas que o Gnome carrega quando ele inicia, está configurado para carregar o “blueman-applet”.

        Após o Bluetooth ter sido inicializado no boot, e o Blueman ter sido carregado na inicialização do Gnome, um ícone dele ficará na tray.

Configurando o mouse bluetooth no GNU/Linux

        Agora é só colocar as pilhas dentro do mouse ligá-lo no powerswitch que ele possui, apertar o botão connect dele, e no sistema, clicar no ícone do Blueman (Você pode fazer isso com o touchpad). Isso fará com que seja aberta a tela de Dispositivos Bluetooth. Lá irá ser detectado o mouse.

Dispositivos Bluetooth

        Então, é só clicar com o botão direto em cima, e clicar para “Ligar Serviço de Entrada”. Tendo feito isso, aparecerá o status “Conectando”, e logo depois “Sucesso!”, na barra de status da janela. Agora, com o dispositivo selecionado, é só clicar na estrela, para deixá-lo como Confiável.

Área de Trabalho

Desfrute de sua área de trabalho mais organizada, com menos fios.

Pra mim, só falta colocarem em uso comercial a eletricidade sem fio. É algo que espero ansiosamente.
Bem, para não dizerem que eu to viajando, aqui vão duas reportagens sobre isso:

http://tinyurl.com/qhae5w
http://tinyurl.com/ov4×67


Instalando servidor LAMP com No-IP no Debian GNU/Linux e Velox

21 Abril, 2008

Neste post irei mostrar como configurar um servidor LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP) no seu PC, usando o Debian GNU/Linux como sistema operacional, tendo Velox como meio de conexão, com modem roteado, e usando o No-IP para ter um DNS fixo. Sempre procurei pela internet uma forma de fazer rodar um servidor aqui no meu PC, e em todos os lugares, diziam que teria que fazer um redirecionamento na porta do modem, mas nunca diziam como. Então aqui irei mostrar passo-a-passo todo o processo.

Roteando o modem

Primeiro, o seu modem já terá que estar roteado.

Tendo o modem roteado, você tem facilidade de compartilhamento. Basta ligar o modem a um hub, e pronto, todos os computadores ligados ao hub poderão acessar a internet, sem necessidade de grandes configurações. O modem estando roteado, conta com um firewall embutido, que elimina a necessidade de firewalls por software nos computadores da rede – um ganho em segurança (já que firewalls por software podem ser facilmente desabilitados por qualquer um que use o computador) e em desempenho (um programa a menos rodando na sua máquina). Não será preciso instalar nenhum cliente PPPoE no micro (esse trabalho passará a ser feito pelo modem). Ao se desligar os computadores, a conexão do modem continua ativa, a menos que o modem seja desligado. Isso pode ser útil, por exemplo, para segurar o mesmo IP por muito mais tempo. Compatibilidade de modo prático e sem dor de cabeça com outros sistemas operacionais ou arquiteturas que não possuem programas (bons) pra PPPoE. Qualquer sistema que trabalhe com TCP/IP provavelmente aceitará o modem sem maiores problemas, contanto que bem configurado.

(Partes do texto acima, retiradas daqui)

Para rotear seu modem, siga um tutorial no site ABUSAR:

Se o seu modem é o SpeedStream 4200, siga esse tutorial:
http://www.abusar.org/manuais/c_4200velox.html
Pra mim, só precisei seguir a partir do passo 2.5. O que tem antes lá, foi desnecessário. Pra acessar a interface do modem, só precisa digitar 192.168.254.254 no seu navegador, entrar com a senha de administrador criada, e fazer as configurações contidas no tutorial. Esse modelo não precisa de atualização de Firmware para ser roteado.

Caso o seu modem seja o SpeedStream 5200, siga este outro tutorial:
http://www.abusar.org/manuais/5200/torouterebridge.html
Já tive um desses também, e posso dizer que pra rotear o 4200 é bem mais simples.
Tendo o modem roteado, iremos para o próximo passo…

Baixando pacotes necessários

Atualize o conteúdo de seus repositórios com o comando:
# aptitude update

Instale os pacotes necessários:
# aptitude install apache2 mysql-server php5 php5-mysql libapache2-mod-php5

Obs1: Nas telas de configuração, escolha o padrão em todas.
Obs2: Alguns pacotes extra serão instalados automaticamente.

Instalando o MySQL

Crie o ambiente MySQL:

# mysql_install_db

Adicione uma senha para o root:

# mysqladmin -u root password ’sua_senha’

Entre como root:

# mysql -u root -p

…e informe sua senha.

Pronto! Você já tem seu servidor MySQL instalado.

Testando o LAMP

Inicie o Apache e o MySQL com os comandos:
# /etc/init.d/apache2 start
# /etc/init.d/mysql start

A pasta onde ficam as páginas, é /var/www
Crie um arquivo chamado index.php dentro dela, com o seguinte conteúdo:

<?php
phpinfo();

?>

Agora, no seu navegador, digite http://localhost
Se você visualizar uma página exibindo as configurações do PHP na tela, seu ambiente LAMP está pronto.

Caso ocorra algum problema, é só acertar algumas configurações no Apache.

Caso você não esteja conseguindo acessar suas bases de dados, tente o comando:
# dpkg-reconfigure php5-mysql

Configurando redirecionamento de porta no modem

Até este ponto, seu servidor LAMP está pronto, mas se você der o seu IP para uma pessoa acessar o servidor no seu PC, a pessoa não conseguirá, pois o Velox bloqueia a porta 80. Para isso, temos que fazer um redirecionamento de porta (Port Forwarding), acessando a página de configurações do modem, pelo mesmo endereço indicado no início desse post: 192.168.254.254

Tendo acessado a página com seu navegador, vá em “Port Forwarding” se estiver en Inglês, ou em “Redirecionamento de porta”, se estiver em Português.

Abra um terminal, e digite o comando:
# ifconfig | grep inet

Como root, e o resultado será algo parecido com:
inet end.: 192.168.254.3

Voltando ao navegador, clique na segunda opção.. “Redirect selected protocol/service to IP Address:”, e entre com esses números que você acabou de descobrir.
Em “TCP/UDP port(s):” , escreva 8080, e clique em “Apply”.
Isso fará com que ative o redirecionamento para a porta 8080.
Se não estiver marcado como “Enabled”, clique em “Enable”.
Aqui vai um screenshot de como deve estar parecendo a tela:

Agora, reinicie seu modem, clicando em “Reboot” na página de configuração, que no SpeedStream 4200 fica dentro de “Tools”.

Configurando Apache para usar a porta 8080

Agora, precisamos configurar o Apache para ser acessado pela porta 8080.
No Debian, o arquivo que deve ser editado é o /etc/apache2/ports.conf

Para isso, vamos fazer um processo para abrir o arquivo como root:

Se você usa KDE, aperte Alt+F2 e digite:
kdesu kwrite /etc/apache2/ports.conf

Se você usa Gnome, ou alguma distro GTK, aperte Alt+F2 e digite:
gksu gedit /etc/apache2/ports.conf

Obs: Note que “gedit” é o nome do editor de textos. Se você usa XFCE, por exemplo, seria “mousepad” ao invés de “gedit”. Estou explicando assim, pois muita gente não sabe os comandos para acessar pelo vi, e dessa forma é mais fácil.

Após dar um dos comandos acima, será perguntada a senha de root, e será aberto o programa com o conteúdo do arquivo /etc/apache2/ports.conf
Se tiver algo já escrito, apague ou comente, colocando um # no início da linha comentada.
Adicione ao arquivo o seguinte conteúdo:

Listen 8080

Salve e feche o programa.

Vamos reiniciar o Apache:
Abra um terminal e digite:

# /etc/init.d/apache2 restart

Note que digitando http://localhost no seu navegador, resultará em erro. Agora, você deve acessar o conteúdo do servidor entrando em http://localhost:8080

Testando acesso ao servidor

Agora pegue o número do seu IP, que pode ser obtido na página de configuração do modem, em 192.168.254.254, ou nesse site: http://www.ip-adress.com/

Diga o número do seu IP para um amigo acessar o seu servidor e checar se está tudo ok.
O endereço que você deverá passar, será algo como:

http://200.25.252.195:8080

Ou seja, protocolo http + seu número de IP + :8080, que é a porta que será acessada.

Se ele conseguir acessar o conteúdo que você deixou em /var/www, então o acesso ao seu servidor está funcionando.

Obs: Tem que ser outra pessoa pra testar, de outro PC, outro IP, pois se você mesmo tentar acessar, nada vai aparecer

Sobre o No-IP

Seu IP não mudará quando você desligar o PC, portanto, quando você ligá-lo novamente, seu amigo poderá acessar seu servidor com o mesmo endereço, pois você não desligou o modem, e ele manteve o mesmo IP. Porém, repare que se faltar luz, ou houver perda de conexão, o modem vai conectar novamente, e pegar um novo IP, e o endereço que você passou pro seu amigo, não será mais valido, pois você estará com um novo IP. Para evitar isso, temos o No-IP, que faz com que pra acessar o seu servidor, não seja necessário digitar o seu IP, e sim uma URL no navegador. Ele pega a URL e aponta pro endereço do seu IP. Como isso é feito? O No-IP disponibiliza um programa para ser instalado no seu PC, que se comunica com o servidor do No-IP, dizendo pra ele qual é o seu IP atual, e atualiza a URL que você escolheu, pra apontar pro seu IP atual.

Então, como podem ver, é algo bem prático.

Criando conta no No-IP

Faça sua conta no site do No-IP:
http://www.no-ip.com

Depois faça login, e vá em “Hosts/Redirects” > “Add”
Coloque o hostname escolhido, em “Host Type” selecione “Port 80 Redirect”, em “IP Address” Entre com o seu IP atual, e em “Port”, entre com 8080
E pronto, está configurada sua conta no No-IP.
A minha, por exemplo ficou como http://jonathas.no-ip.biz
Note que você não precisara digitar a URL + :8080 (http://jonathas.no-ip.biz:8080)
É só você digitar a URL, que ela vai redirecionar automaticamente para o seu IP, na porta 8080.

Agora precisamos instalar o cliente do No-IP, que vai rodar no seu PC, atualizando seu IP, enviando seu IP atual pro servidor do No-IP, para que sua URL aponte sempre para seu IP atual.

Instalando cliente do No-IP com o pacote direto do site

Vamos seguir agora com a instalação do No-IP, baseada no guia de Scott Harden.
Baixando e descompactando o No-IP

Crie uma nova pasta e baixe o No-IP:

# mkdir noip && cd noip
# wget http://www.no-ip.com/client/linux/noip-duc-linux.tar.gz

Descompacte o arquivo:

# tar -zvxf noip-duc-linux.tar.gz

Para instalar execute o comando:

# make && make install

Após o termino da instalação, será apresentada na tela algumas perguntas:

“Please enter the login/email string for no-ip.com:” Digite aqui o login/email cadastrado no site no-ip.com

“Please enter the password for user `seu login/email será apresentado aqui`:” digite sua senha.

“Please enter a update interval: [30]:” intervalo de atualização em minutos

“Do you wish to run something at successful update?[N] (y/N)” “n”

Instalando cliente do No-IP pelo Aptitude

Ou simplesmente abra o terminal, e faça um
# aptitude install noip2

Faça:
# noip2 -C -U 10

-C Cria o arquivo

-U Define o tempo de atualização

Entre com os dados da sua conta no no-ip
e defina qual dominio vc quer que ele atualize o ip (isto para quando vc tem vários).

Testando servidor com No-IP

Agora passe a sua URL criada, que aponta pro seu IP, para seu amigo poder testar do PC dele.

Obs: Tem que ser outra pessoa pra testar, de outro PC, outro IP, pois se você mesmo tentar acessar, nada vai aparecer

Se ele visualizar o conteúdo do seu servidor, armazenado na pasta /var/www, utilizando a URL do No-IP pra se conectar, então tudo foi configurado da forma correta.

Tendo terminadas todas as configurações, vamos agora a uns extras…

Programas na inicialização do Sistema

Quando o Apache e o MySQL são instalados, eles são automaticamente configurados para inicializarem junto com o sistema. Se você não deseja isso, instale um programa chamado rcconf:

# aptitude install rcconf

Com o rcconf, é possível retirar programas e serviços da inicialização do sistema.
Rode-o digitando o nome no terminal:

# rcconf

Use a barra de espaço pra marcar e desmarcar ítens, e o tab para ir para os botões de “Ok” e “Cancelar”.

Retirando o Apache e o MySQL da inicialização do sistema, eles só serão inicializados quando você digitar no terminal:

# /etc/init.d/apache2 start
# /etc/init.d/mysql start

Para não precisar escrever isso tudo, criei dois scripts básicos com esses comandos: um para iniciar o LAMP, e outro para parar o LAMP.

Scripts para inicializar e parar o LAMP

Script para inicializar LAMP:
Abra seu programa favorito, como Gedit, Kwrite, vi, etc…
Digite o seguinte texto:

#!/bin/bash

/etc/init.d/apache2 start
/etc/init.d/mysql start
echo ‘Lamp inicializado…’

Salve com o nome de “lamp-start”, sem extensão mesmo.
Abra um terminal, e torne o arquivo executável:

$ chmod +x lamp-start

Logue-se como root, e mova o arquivo para /usr/local/bin/

# mv lamp-start /usr/local/bin

Isso fará com que, de qualquer pasta que você estiver, no terminal, e digitar (como root) “lamp-start” (sem as aspas, claro), irá inicializar de uma só vez o Apache e o MySQL.

Script para finalizar LAMP:

Abra seu programa favorito, como Gedit, Kwrite, vi, etc…
Digite o seguinte texto:

#!/bin/bash

/etc/init.d/apache2 stop
/etc/init.d/mysql stop
echo ‘Lamp finalizado…’

Salve com o nome de “lamp-stop”, sem extensão mesmo.
Abra um terminal, e torne o arquivo executável:

$ chmod +x lamp-stop

Logue-se como root, e mova o arquivo para /usr/local/bin/

# mv lamp-stop /usr/local/bin

Isso fará com que, de qualquer pasta que você estiver, no terminal, e digitar (como root) “lamp-stop” (sem as aspas, claro), irá finalizar de uma só vez o Apache e o MySQL.

Bem, por hoje é só. Até a próxima.


Culminis Road Show – Venda sua alma pra Microsoft também!

20 Junho, 2007


Culminis Road Show é um evento internacional, de uma organização internacional, que apoia grupos de TI em todo o mundo, e auxilia no contato com a Microsoft.
Meio redundante isso, não? Pois é.. mas foi assim q eu fiquei sabendo como começaria o meu sábado de palestras da Microsoft, q eu gostaria de chamar de “Windows Live Speech Day”.
Aconteceu nesse sábado, dia 16 de Junho de 2007, e foi de 9 da manhã, até as 18:30.
Com pausa pro almoço, claro.

O evento foi distribuído em 3 salas da minha querida e windows-friendly faculdade, Universidade Veiga de Almeida, na Tijuca…

Eu fiquei na sala 1 do evento, onde tudo começou com uns videozinhos, propagandas da Microsoft em inglês, q ninguém devia estar entendendo porcaria alguma, já q estavam em inglês, e sem legendas.

Logo após, começou uma apresentação sobre o Windows Server 2008, codinome: “Longhorn”, ou chifrudo, como queiram chamar…
As apresentações eram feitas no Powerpoint. Pra passá-las, cada palestrante levava seu notebook, com Windows Vista (claro), e ligava em um projetor multimídia.

Vou aqui comentar alguns pontos q me chamaram atenção nisso tudo.

Olho para a parede, e no slide de apresentação me aparece a seguinte frase:
“Nosso poder não está em nosso software, mas no poder em que ele liberta em você”
wow.. quase q eu começo a rir muito, depois de uma dessas…
Software proprietário te prende. vc não aprende a usar uma ferramenta pra atingir seu objetivo, e sim somente um programa específico.

O palestrante continuou apresentando o evento, dizendo q existe um contrato chamado MSDNAA, que permite que todos
os alunos de uma faculdade levem produtos Microsoft pra casa.
As empresas que doarem MSDNAA para universidades, ganham um Windows Server R2. Um MSDNAA custa US$499,00.

“A Microsoft observou a pressão sobre os profissionais de TI, e a maioria do tempo gasto, é com manutenção”
Agora.. por favor.. me ajudem a deduzir pq a maior parte do tempo é gasto com manutenção? hein? hein? Programas bugados, feitos visando o lucro acima de qualquer coisa. Programas com falhas de segurança. Programas fechados, q não podem ser corrigidos rapidamente, tendo q esperar a boa vontade da Microsoft em lançar uma correção, e no tempo q ela quiser… já um software livre, a própria pessoa pode modificá-lo, e corrigir seus erros, não dependendo assim de uma empresa, ou seja, sendo realmente livre!

Agora essa foi uma das frases q me fizeram rir muito, e não acreditar se tinha ouvido realmente aquilo:
“Você vê q as invasões de Linux estão lá no alto, e as de Windows Server…”
peraí.. como? Invasões de Linux estão lá no alto? e eu moro em Neverland, né?

Relembrando uma frase de Steve Ballmer (CEO da Microsoft):
“Eu tenho 4 palavras pra vocês: Eu amo esta empresa!”

E agora, se mostrando um bom discípulo de Ballmer, o palestrante diz q após o Longhorn, estará falando sobre o IIS 7, e solta a seguinte frase:
“Isto está simplesmente fantástico!”

Bem, falando agora mais sobre o chifrudo msm (Longhorn):

Windows Power Shell
O Longhorn possui um novo feature interessante, chamado “Windows Power Shell”
Nossa.. de onde eles tiram esses nomes? Achei q faltou o Live ali no meio…
O Windows Power Shell, assim como vários outros serviços no Longhorn, não vem instalado por default.
É simplesmente um prompt com “PS” na frente, como disse o palestrante.
Ele serve para automação de tarefas, e scripts aprimorados.
As GUIs ficam em camdas sobre o Power Shell, permite gerenciamento remoto, possui centenas de scripts prontos no Technet Script Center.
(ou vc achou q um usuário de Windows ia querer criar scripts igual um usuário
daquele sistema chato, arcáico, feioso, e cheio de falhas de segurança chamado Linux?)
O palestrante mostrou um script pronto lá, q salvava um log em html, e soltou a seguinte frase:
“Pra quem gosta de Linux é uma maravilha, né…”

A Microsoft se orgulhando de ter copiado o shell do Linux.. olhaaaaaa…
agora tem a cara de pau de vir querer processar os usuários do Linux, com afirmações infundadas de q o Linux infringe mais de 200 patentes desse pseudo-sistema?
Me processe primeiro, Microsoft!

Virtual PC 2007
O Virtual PC 2007 é uma grande imitação do VMWare.
O palestrante lá colocou o Virtual PC 2007 pra rodar o Longhorn sobre o Vista do notebook dele.
Demorou um século pra iniciar, todos calados.. achei q fosse travar tudo, e tivesse que reiniciar (algo típico de Windows).
O padrão dos arquivos da máquina virtual são abertos, e permite integração maior com outros sistemas (Maldita Novell q se vendeu)

O Longhorn não vem com nada instalado, vem zerado. A pessoa q vai acrescentando os serviços depois, e agora ele não pede mais CD pra acrescentar serviços.
ohhh.. descobriram uma forma já muito conhecida de não sobrecarregar tudo com coisas inúteis, né? espertinhos!

Uma coisa q eu reparei também, foram os efeitos q acontecem nas janelas, quando elas são colocadas em 1º plano, quando são minimizadas, maximizadas, etc…
Tais efeitos são muito básicos, quando comparados com os q existem em um programa pra Linux chamado Beryl.

O Longhorn possui uma GUI para configurar o servidor, ou seja, a Microsoft quer copiar um pouco de outros sistemas, mas quer q os seus usuários continuem na mesma ignorância. Com assistente gráfico pra configurar um servidor, qualquer pessoa configura, e isso me faz duvidar da inteligência daqueles q trabalham com isso, e são especializados em Microsoft. Muito típico de Windows User isso…
Achei q estava sendo radical demais, mas então o palestrante soltou mais uma frase pra concluir o meu pensamento: “Vou me preocupar com o servidor a termo de negócios, e não tecnicamente”
Realmente, alguém duvida de mais algo? Preciso comentar mais nada…

Então, na demonstração, fazendo instalação de um novo serviço no seu Longhorn, pelo modo gráfico (claro),  aparece a seguinte mensagem: “Print server (you must restart)”
ou seja, realmente algumas coisas nunca mudam…

Windows Longhorn Server Core
Esta belezura possui o mínimo de serviços, e não possui interface gráfica. Possui apenas um sub-conjunto de executáveis e dlls, e é gerenciado remotamente.
Peraí.. peraííí…. mas isso foi uma cópia descarada demais de um Linux rodando somente modo texto!

TCP/IP
Foi feita uma reformulação do TCP/IP (tcpip.sys), em uma porta só, recebe IPv4 e IPv6, e a Microsoft criou APIs para facilitar empresas de software.
Porém, pelo q eu pude notar, ainda usa Winsock, ou seja: O Linux continua com maior desempenho na internet, por conectar diretamente. Se não me engano, é 10% mais rápido.

Firewall
O Firewall do Windows foi combinado com o IPSec. Claro, tudo em modo gráfico também, inclusive as regras configuráveis lá.
O sistema inicializa junto com o Firewall. O Firewall não entra mais por último, ou seja, teoricamente não tem como atacar o sistema durante seu boot.


Níveis de Permissões

Foi feita uma reformulação nos níveis de permissões. Como o próprio palestrante citou:

“Os serviços rodavam com muito mais permissões do que precisavam”

hmm.. de onde será q eles copiaram tanta idéia daqueles níveis de permissões, hein?

“A diminuição da superfície de ataque é muito grande”

Sei.. sei.. imagino q pelo menos metade do código reformulado deve ter sido por causa disso, numa tentativa de diminuir isso…

“Se você entrava lá no Zone-H, e via lá:
Linux -> 20 invasões
Windows -> 5 invasões
Agora vai cair pra 0″

ahn… as invasões no Linux que vão cair pra 0, né?
Eu ri muuuuito nessa hora! Foi uma das partes mais divertidas do evento!

Chip TPM
Existia uma chave de criptografia q ficava no HD, mas se uma pessoa tinha um notebook com dados confidenciais, e este fosse roubado, os dados poderiam ser acessados por quem tivesse acesso físico ao notebook. Era só bootar por outro Sistema Operacional.
Agora notebooks estão vindo com um chip TPM (Trusted Platform Modules), q é onde está sendo armazenada a chave de criptografia, e é mais seguro.
Quando o PC é bootado, e vai entrar no sistema operacional, ele acessa esse chip TMP, e pega a chave de criptografia pra poder ler o conteúdo desse HD, criptografado por Bitlocker, e poder acessar o sistema operacional.
O Bitlocker só funciona no 1º disco. No segundo, usa-se criptografia EFS.
Essa chave pra acessar o HD na hora do boot, e poder entra no sistema operacional, pode ser armazenada somente em chip TPM, ou Pendrive. Não pode ser jogada no CD, segundo o palestrante.
Ou seja, se a placa mãe queimar, e o chip TPM parar de funcionar, a pessoa tem q ter o backup daquela chave no Pendrive, senão ela não consegue mais acessar seu HD.
Se a pessoa não tiver um chip TMP em seu notebook, e usar um Pendrive para fazer esse processo, se ela perder o pendrive, não vai mais ter como acessar esse HD, nem pra dar boot pra formatar. Nesse caso, ela teria q tirar esse HD, ligar como secundário em outro PC pra poder formatar.

Se liga, pessoal! Isso é DRM, ou Digital Rights Management, ou como alguns gostam de chamar: Digital Restrictions Management, ou Gerenciamento de Restrições Digitais.
A Microsoft colocando as fabricantes pra produzir um chip pra funcionar com o  sistema dela? Casando mais ainda Software com Hardware? Restringindo os usuários?
Diga não a isso!

O AD RMS protege contra o acesso aos arquivos digitais de uma organização. Pode restringir para não imprimir, tirar printscreen, copiar, alterar, e etc.
É o mesmo q tem no Office, e isso está se tornando bastante usado no sistema.
Ou seja, mais DRM!

Group Police Management
o Group Police Management vem como uma “fítiu” do Longhorn, como disse o palestrante.
Este restringe hardware de acordo com a conta do usuário, e políticas.
Permite, e bloqueia dispositivos usando a classe de cada um.
hmm.. não tinha isso no Linux? Zézinho pode usar o Drive de CD, João não pode..
A esta altura da palestra, o palestrante pediu emprestado um Pendrive, pra fazer um teste lá, e demonstrar as restrições. O Windows não reconheceu o Pendrive. Provavelmente pq estava rodando em uma máquina virtual (Virtual PC 2007), como alguém sugeriu q fosse…
Pode até ser, mas eu tenho lá minhas dúvidas q seja só por causa disso msm…

O Longhorn possui o Clustering Failover, q dá suporte para discos GPT, q são discos com mais capacidade do que os MBR.

Agora, sobre redes, a Microsoft fez uma parceria com a Cisco, para dar suporte ao NAP (proteção de acesso à rede)
antes de conectar em uma rede, se o cliente não estiver atualizado, é redirecionado para um servidor com patchs. Só depois pode entrar na rede.
Se o cliente for WinXP, vai receber o cliente do NAP via Windows Update, pra poder entrar na rede.

Uma coisa interessante q eu notei, foi q quando apareceu o slide pra mostrar os próximos laçamentos da Microsoft, um deles era um tal de Windows Small Business Server “Cougar”, q está marcado pra sair em 2008.
Não seria isso cópia descarada demais dos nomes do Mac OSX? Tiger, Leopard, etc?
A coisa deve ser tão copiada, q nem o nome eles se importaram em criar algo diferente…

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Foi demonstrado pelo mesmo palestrante, após um “almoço” q eu tive no Mac Donalds, o IIS 7, rodando sobre o Windows Vista do notebook dele.

Alguns pontos importantes eu anotei:

Demonstrando o IIS, demorava um século pra abrir.
Mudou configurações, e deu erro “server error in application”
Acabou se enrolando todo, e não conseguiu colocar pra rodar a página.
Ou melhor, só conseguiu colocar pra funcionar depois de um século.

A configuração do IIS é baseada em arquivos XML
Possui uma estrutura amigável de arquivos .config

Detalhe: Mexendo nas configurações do IIS, apareceu uma mensagem de erro lá, dizendo q não tinha memória suficiente. O notebook do palestrante estava com 2 GB de RAM. Realmente, Windows Vista erro númeor 1: Gasto insuficiente em hardware.

Uma frase interessante: “Funciona via HTTPS, ou seja, altamente seguro”
Como se isso fosse sinônimo de segurança…

Aí então, passando os slides, fazendo a apresentação, chega em um deles, e o palestrante fala: “isso daqui são classes. isso daqui é pra programador”, e rapidamente passou o slide…
Então foi mexer no mouse, e ficou um rastro preto no fundo. Isso pq o notebook tinha 2 GB de memória, hein!

Como essa palestra foi a menos produtiva, a mais enrolada, e a q fez mais pessoas irem embora ou ficarem dormindo, como se não bastasse, o palestrante soltou o q eu considerei uma piadinha de conclusão:
“O desenvolvedor ganha mais liberdade no servidor”
ahan.. sei.. sei.. tão livre quanto um Apache!
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Intervalo da palestra do IIS 7 pra palestra sobre Terminal Services

Sai o notebook do 1º palestrante, entra o notebook da outra palestrante… este rodando Windows XP.
Avisam q teria um intervalo de 5 minutinhos, q seria só o tempo dela preparar o material lá pra poder começar.
Como tudo na Microsoft é muito brilhante, aparece uma mensagem do Projetor Multimídia, projetando na parede uma tela azul, mas não era a tela azul da morte! Era uma tela azul escrito: “No Signal”.
Ficou um século lá, e nada dela conseguir colocar o Projetor pra pegar imagem do notebook.
Então ela pediu ajuda aos “Geeks”, q estavam lá pra assistir a palestra.
Levantou um deles, pra mexer.. ficou brincando lá sem saber o q fazer.
Daqui a pouco, tinha já mais de 6 pessoas ao redor daquele notebook e do projetor, tentando fazer tudo funcionar. Ninguém conseguiu!
ahh.. tinha quase me esquecido q são geeks incopetentes, windows users.
Finalmente alguém conseguiu, depois de muuuito tempo. Este ganhou um boné!

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Terminal Services

O Terminal Services permite usar recursos do servidor pra abrir um programa localmente. Os programas rodam no servidor, mas parece q estão rodando localmente. Achei isso um recurso interessante.
Só podia ser, né.. não foi a Microsoft q fez… quem fez o Terminal Services foi o pessoal do Citrix, q a Microsoft posteriormente entrou em um acordo…

A palestrante se enrolou com tanta máquina virtual aberta sobre o Windows XP rodando notebook dela lá, e soltou a seguinte frase:
“tá vendo como que é difícil trabalhar com várias áreas de trabalho?”
Isso foi um clássico comentário de uma usuária de Windows.
Na verdade, o conceito de várias áreas de trabalho, veio pra facilitar a vida de muita gente, melhorar a organização das janelas, e é amplamente usada em sistemas GNU/Linux.

Continuando reclamando sobre as máquinas virtuais abertas sobre seu desktop: “Essa tela ficou grande agora, mas eu não vou nem mexer – tá funcionando”
Novamente, outro comentário típico de uma usuária Windows. Esse comentário revela um grande comodismo da parte dela, em não se dispor a resolver problemas em seu PC, ou seja, o comodismo de querer tudo na mão, e não querer explorar mais a fundo o sistema. Podemos saber de onde vem tanta ignorância quando ao Linux.
Acomodação com um pseudo-sistema chamado Windows.

Era impressionante como as pessoas davam palpites à palestrante, de como mexer no notebook dela. As pessoas estavam ensinando a palestrante.

Falando sobre o Vista: “A diferença do Beta 1 pro Beta 3 é impressionante, pq as pessoas vão achando os erros, e reportando pra Microsoft”
E ela continua com a mesma ignorância daquela outra palestra q ela deu lá na Veiga de Almeida. Inclusive eu já postei sobre isso aqui, e comentei no meu post chamado “Até que ponto pode chegar a ignorância humana?
Ou seja, pelo q ela mesma disse, as pessoas vão reportando os erros pra Microsoft,
e a Microsoft vai corrigindo-os… Isso é uma mentalidade muito limitada,
digna de uma pessoa q não é livre!
Ela é presa a uma empresa que só quer saber de sugar o dinheiro das pessoas,
fazendo software de baixa qualidade, e cheio de bugs.
Se fosse software livre, as próprias pessoas não dependeriam de uma empresa pra consertar erros no software.. não teriam q ficar esperando uma empresa fazer isso, e sim essas mesmas pessoas pegariam, e modificariam à gosto o software, melhorando-o, consertando os bugs, e compartilhando seu código com a comunidade.
O software seria realmente delas, pq elas teriam seu código fonte, e não precisariam pagar uma licença pra usá-lo.

Destaque pra uma hora q a palestrante falou a palavra “Driverless” –> “driver lexxxx”

Não só a dela, mas a pronúncia em inglês de todos os palestrantes, foi totalmente excelente!

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Windows Vista


O q um monte de crianças do Pedro II estão fazendo aqui?
E essas velhas aqui tb?
Essa gente não tem cara de geek!

O palestrante de Windows Vista, se não me engano, é líder do grupo getWindows (bleargh!)
Mais um q se enrolou pra colocar seu notebook pra funcionar com o Projetor Multimídia.
demorou um tempinho.. me parece q o cabo estava com mal contato.

Enrolações
Essa palestra foi a mais curta e a mais corrida, devido a enrolações q ocorreram:
O palestrante de IIS 7 ter ficado tentando fazer aquele servidor funcionar, sem sucesso.
A palestrante do Terminal Services ter ficado enrolada lá tentando fazer o notebook dela jogar imagem pro Projetor Multimídia.
O evento q era pra ter terminado às 17h, foi acabar às 18:30.
E nem deu tempo de falar tudo q o palestrante tinha pra passar.

Restrospectiva
Começamos com uma retrospectiva pelas versões do Windows. Suas features, e seus requisitos mínimos. Vimos screenshots delas, e vimos também sobre sistemas de arquivos.
A primeira versão do NTFS foi criada a partir do Windows NT 3.5
O FAT32 foi criado junto com o Windows 95
A partir da versão SR2, o Windows 95 deu suporte a USB
A partir do Windows 98, começou a existir restauração do sistema via DOS.
A encriptação EFS foi criada a partir do Windows 2000

Suporte Multilingual no Windows Vista
A partir do Windows Vista, o Windows agora permite q o usuário mude sua linguagem com a penas alguns cliques. Por exemplo, se vc for brasileiro, e estiver mexendo no Vista em Português Brasileiro, e tiver com um amigo Japonês como visitante, ele pode mexer no PC tb. É só vc mudar a linguagem do sistema para Japonês, fazer Log Off, e Logar-se novamente, mas desta vez, com o idioma trocado.
Até então, para se ter isso no Windows, era necessário adquirir uma cópia em Português Brasileiro, e outra em Japonês. Agora, é possível fazer esta troca com apenas alguns cliques.
Interessante é q a Microsoft coloca isso como se fosse uma grande e maravilhosa novidade, sendo q isso já existe em qualquer distribuição Linux, faz muito tempo já!
No Linux é só na hora do login, escolher o idioma q quiser pra entrar, e pronto.


Vista Starter Edition
Todas as versões do Vista tem suporte a arquitetura de 64 bits, menos o Vista Starter Edition.
O Vista Starter Edition é da mesma forma q o Windows XP Starter Edition, ou seja, é muuuito limitado, para PCs populares. Só abre 3 programas ao mesmo tempo.
Porém, para rodar um Vista Starter Edition, tem q ter o mínimo de 512MB de RAM.
Muito mais do q pra rodar um Windows XP Starter Edition.
Com essa quantidade de memória, vc pode rodar qualquer distribuição Linux completa, e muito bem, com sobra.

Gadgets – Sidebar
Recursos para adicionar acessórios em uma barra lateral no desktop, como: Calculadoras, Calendários, Relógios, Album de fotos, RSS, etc…
Isso daqui foi uma imitação q o Vista fez do SuperKaramba, q é um programa para o ambiente gráfico KDE, q adiciona gadgets na área de trabalho. Também existem outros programas pra Linux q fazem o mesmo, pra outros tipos de ambientes gráficos q não sejam KDE.

O palestrante exemplar
O palestrante deu o exemplo, falando q não usa uma conta de usuário e outra de administrador. Não adianta nada a Microsoft copiar os níveis de permissão do Linux,
usando uma conta de super usuário, administrador, pra poder fazer
modificações no sistema, se os usuários dela continuam usando uma conta
com acesso total pra mexer normalmente todos os dias. Tá aí mais um exemplo típico de Windows-user!

Mais Enrolações
Então o notebook deixou novamente de mostrar a imagem no Projetor Multimídia, e a tela ficou azul sem sinal.
Nessa hora, algumas pessoas foram embora.
Alguém, lembrando do último episódio, falou: “É, outro boné”
Após a imagem ter voltado, apareceu a mensagem: “O windows se recuperou de um desligamento inesperado”

Levels de inicialização
No Vista, existem levels de inicialização. No Windows XP, usuários e serviços iniciavam juntos na Session 0.
Seria isso uma mitação dos levels de initrd de alguma distribuição Linux?

Firewall do Vista
No Vista, o Firewall é nativo ao sistema. Inicia antes dos drivers da placa de rede, como disse o palestrante.
Mas peraí… o q adianta ele inicializar antes dos drivers da placa de rede? se ele inicia antes dos drivers da placa de rede, quando ele inicia não tem nem conexão. Então, quem vai invadir um PC sem conexão?

Pre-Fetch, Super Fetch, ReadyBoost
Achei isso muito interessante a princípio, quando fiquei sabendo da existência em um video q assisti.
O Vista pode usar o seu Pen Drive para aumentar a velocidade do sistema.
Porém, o vídeo q eu assisti não dizia como q era feito esse processo.
Nessa palestra eu pude ficar mais por dentro do assunto, e inclusive ter umas idéias sobre isso.
O Windows XP usava Pre-fetch, pra fazer o sistema ficar mais rápido.
O Vista passou a usar o Super Fetch com o ReadyBoost, q joga a memória virtual do disco pro Pen Drive, o q faz ficar muito mais rápido,
já q a velocidade de memória Flash é maior q a de um HD.
O Pen Drive tem q ser USB 2.0, e tem q ter suporte ao ReadyBoost. Mais um DRM aí a princípio. Porém, o palestrante foi legal com o pessoal lá, e mostrou uma gambiarra q se faz no registro do Windows, pra ele poder aceitar qualquer Pen Drive.
Eu tinha achado isso legal, né.. usar um Pen Drive pra aumentar a velocidade do sistema, e tal..
Então, pensando um pouco, imaginei algo pra Linux, q não testei ainda, mas q com certeza dá certo.
No Windows, a memória virtual fica em algum lugar, junto com o sistema. Já no Linux, a memória virtual fica numa patição separada, uma partição de SWAP.
A idéia seria só pegar um Pen Drive de 1GB, formatar ele em SWAP do Linux, deixar ele conectado direto no PC, e modificar lá no arquivo /etc/fstab pra poder reconhecer ele como SWAP. Aí o sistema Linux usaria a memória Flash como partição de SWAP, e ficaria mais rápido tb do q se fosse uma partição no HD.
Então, nada de idéia nova e mirabolante da Microsoft tb isso…
A idéia de Memória Virtual separada já existia tb!
Obs: Editei essa parte do texto, pois antes tinha escrito como o palestrante tinha dito: Headbuster, mas uns dias depois acabei vendo em um site q o nome é ReadyBoost.
Se os palestrantes soubessem falar inglês pelo menos, né!

Conclusão
Aqui terminou o meu “Windows Live Speech Day”…
Todas as pessoas receberam uma pastinha verde, com uma caneta azul, escrito Microsoft TechNet, uma folha, q era pra pessoa responder algumas questões, como: Qual era sua opinião sobre a Microsoft antes dessa palestra, e qual é a sua opinião sobre a Microsoft agora, após essa palestra. E eu marquei “nada favorável” nas duas, denovo.. igual eu fiz na última palestra q teve lá na Veiga de Almeida.
Recebemos também um cartãozinho Microsoft TechNet, onde dentro tem algumas coisas escritas, como:
Evolução Profissional é Conhecimento:
Profissional 5 Estrelas
IT Hero
Academias BI

E como disse o Marcello, a Microsoft trata seus trabalhadores como se fossem crianças.. onde já se viu? IT Hero?

Bem, eu achava q pelo menos o meu mouse optico da Microsoft prestava…
Esse mouse q eu comprei quando ainda era um ignorante Windows-user.

mas agora eu to clicando uma vez só, e ele tá entendendo como duplo clique.. tá todo doido…
Então, resumindo, Microsoft é uma porcaria msm, em todos os aspectos, em todos os produtos!

Use Linux! Seja Livre!!!


Instalando e usando o XAMPP

31 Maio, 2007

 

Neste post, estarei abordando uma solução para vc q gosta de simplicidade, e não quer perder tempo tendo q fazer tudo na mão pra fazer um servidor ficar funcionando legal.

Esta solução chama-se XAMPP, e roda em Linux, Solaris, Mac OS X, e no Windows.
O XAMPP já vem com o Apache, MySQL, PHP, Perl, e mais outras coisas, todas em um pacote só.

Estarei abordando aqui a instalação do XAMPP no Linux, pois juntando o XAMPP + Linux, acontece a combinação perfeita, também conhecida como LAMPP (Linux + Apache + MySQL + PHP + Perl), q é uma plataforma open-source de desenvolvimento web!

1 – Download:

Vamos fazer o download do pacote:
Sourceforge.net
O arquivo chama-se xampp-linux-1.6.2.tar.gz, e tem 56MB.

2 – Instalação:

Depois de finalizado o download, abra um terminal, e logue-se como root:
su

Extraia o arquivo para /opt
# tar xvfz xampp-linux-1.6.2.tar.gz -C /opt

Atenção: Use este comando para descompactar.. não use nenhuma ferramenta pra extrair o programa, pois não irá funcionar.
Obs: Versões anteriores do XAMPP serão substituídas com esse comando.

Depois de feito isso, agora o XAMPP está instalado em /opt/lampp

3 – Iniciar:

Abra um terminal, e logue-se como root, para criar um link para podermos iniciar o XAMPP:
su
# ln -s /opt/lampp/lampp /usr/local/bin

tendo feito isso, é só vc apertar Alt+F2, digitar lampp start, e marcar para abrir como root, em um terminal.
Se vc não tem essa opção de abrir como root, marque para abrir em um terminal, e digite gksu lampp start se vc usa o GNOME, ou ambientes gráficos GTK;
digite kdesu lampp start se vc usa KDE.

vc verá as seguintes mensagens, dizendo q a operação obteve sucesso:

Para parar o XAMPP, é só ao invés de dar o comando lampp start, substituir start por stop, ficando assim: lampp stop

Caso vc encontre alguma mensagem de erro, veja esse FAQ

4 – Teste:

E agora? como q eu faço pra acessar isso?

Digite esta URL no seu navegador favorito (Recomendo Opera ou Firefox):
http://localhost

Agora vc deverá ver a página inicial do XAMPP, contendo alguns links para checar o status do software instalado, e alguns scripts de exemplos.

O XAMPP não é destinado para ambientes de produção. O XAMPP é configurado para que o desenvolvedor possa fazer o que ele quiser. Para ambientes de desenvolvimento ele é ótimo, mas para ambientes de produção pode ser fatal.

Aqui uma lista de falhas na segurança do XAMPP:

1 – O Administrador do MySQL (root) não tem senha.
2 – O daemon do MySQL está acessível pela rede.
3 – ProFTPD usa a senha “lampp” para o usuário “nobody”.
4 – PhpMyAdmin está acessível pela rede.
5 – Examples está acessível pela rede.
6 – O MySQL e o Apache funcionam sobre o mesmo usuário (nobody).

Para fixar a maioria das falhas de segurança, digite o seguinte comando como root:
lampp security

Iniciará uma pequena checagem de segurança e tornará sua instalação do XAMPP mais segura.

O XAMPP vem com as versões 4 e 5 do PHP.
Para usar a versão PHP4, digite o seguinte comando como root:
lampp php4

Para usar a versão PHP5, digite o seguinte comando como root:
lampp php5

Se você esqueceu qual versão do PHP que está usando, você pode usar o phpinfo() ou digitar este comando:
lampp phpstatus

E é isso ae.. agora é só começar a programar em PHP!

Para mais informações, visite o site oficial do projeto:
ApacheFriends


Até que ponto pode chegar a ignorância humana?

25 Abril, 2007

hj falarei do dia de ontem, q daqui a pouco tempo será antes de ontem…
Bem… ontem foi um dia interessante, pois fui pra faculdade sabendo q teria uma palestra mais tarde. Como estudo de manhã, e:
- A palestra seria das 18:30 até as 20:30
- Para ir e voltar de ônibus pra lá são mais ou menos de 40 a 50 minutos
- Fazer isso duas vezes no mesmo dia se torna extremamente cansativo (eu sei pq já tive q fazer isso uma vez)
então decidi, juntamente com alguns companheiros de curso, a ficar lá direto, esperando a tal da palestra começar…

::Palestra Profissões do Mercado de Informática

Data: 24 de abril
Horário: das 18h30min às 20h30min
Local: Campus Tijuca – Sala multimídia, Bloco A

Coordenação: Prof. Luiz Antônio Palmeira Monteiro

Não é necessário fazer inscrição no evento, e a presença valerá horas de Atividades Complementares.


(Figura meramente ilustrativa)
“Joguem o lixo no lixo” – by Marcello

As horas foram passando… eu, Marcello, Fred, Vitor, Rodrigo (Otaku), na biblioteca da Universidade Veiga de Almeida (UVA) … fazendo piadinhas nerds e tentando se divertir, esperando o tempo passar…
alguns de nossos ilustres companheiros estavam tentando estudar, mas acho q não deu muito certo não… hauhahua..

Quando chegou finalmente a hora da palestra, descobrimos coisas muito intrigantes…
1 – Pq será q o curso de Ciência da Computação no turno da noite, é cheio de garotas, e a maioria bonitas… e de manhã não? kraka.. injustiça isso! ahuahauuha…
2 – A nossa tão esperada palestra era sobre Microsoft! isso mesmo, Microsoft!

Enfim… a palestra era sobre profissões no mercado da informática, e os certificados q a Microsoft tem pra cada profissão daquela.
MCSA, MCSE, MCDST (Microsoft Certified em Doenças Sexualmente Transmissíveis), etc…
então tivemos a idéia de perguntar pra palestrante se em um dos sites q ela tinha citado, só tinha conteúdo sobre o windows.
a resposta: “Meu filho, eu sou uma palestrante Microsoft!”
A partir de então, a mulher abriu os olhos ali, né.. pq ela viu q não era todo mundo q usava o maldito Windows…

“No Windows Server 2003 tem como colocar multilinguagem!”
se fosse um debate livre, eu diria: “Em qualquer distribuição do Linux, vc escolhe a linguagem q vc quer entrar na hora q vc vai fazer login no sistema.. já o Windows, vc tem q comprar a versão no seu idioma”

Não consigo imaginar uma empresa usando Windows Server 2003… teriam q colocar um anti-vírus ridículo junto tb, né? hauhauahua…

De onde vem o título do meu tópico de hoje?

A palestrante foi dar uma dica, de quando instalarem programas, instalarem sempre a versão em inglês, pq é a versão q sai correção primeiro…
Então ela contou um caso lá da empresa q ela trabalhava, q atualizaram o Internet Explorer e Outlook pra versão 7… só q nessa versão, na hora de imprimir os e-mails, o cabeçalho não estava saindo, e as empresas precisam q saia, pq querem guardar o e-mail impresso, como documento, com data, cabeçalho, etc…
então tiveram q fazer um Downgrade pra versão 6 do Outlook, e esperar a Microsoft lançar a versão com a correção desse erro…
aí ela falou q só depois q lançaram a versão em inglês com a correção, 2 meses depois foram lançar a correção na versão em Português, e por isso ela aconselha sempre a usar a versão em inglês.

Onde está a ignorância nisso tudo?

Eu consegui até enxergar uma forma de se ganhar dinheiro com Software Livre aí agora…
Se fosse um cliente de e-mail livre, o próprio programador q a empresa contratou, iria lá e poderia mudar o código pra melhorá-lo, consertá-lo, e fazer o cabeçalho do e-mail sair na impressão, pq o programador teria acesso ao código fonte do programa. Já com o programa da Microsoft não teria como esse programador ter acesso ao código fonte do programa, pq só a Microsoft q tem acesso a esse código fonte. Portanto, a empresa tem q viver em função da boa vontade da Microsoft em lançar uma correção daqui a 6 meses ou mais… enquanto se fosse software livre, o programador da própria empresa poderia ser pago ali para fazer uma correção no código do programa, e se quisesse, pra ajudar na melhoria do programa, enviar a correção q ele fez para o desenvolvedor q mantém o programa, para sugerir q na próxima versão do programa, o programa saísse já com essa correção q essa pessoa fez para melhorar o programa pra ela mesma… melhoria essa q poderia servir para várias outras pessoas.
Software livre é isso.. as pessoas se ajudando, melhorando o código do programa, criando uma comunidade…

Ouvindo: Yngwie Johann Malmsteen – Adagio
Obs: em formato ogg :p


Jabber – O protocolo open-source de IM

31 Março, 2007

Bem, falaremos no post de hj sobre um protocolo open-source de mensagem instantânea: o Jabber.

Numa visão sobre os protocolos de IM q existem por aí, temos atualmente, pelo menos no Brasil, como o mais popular, o MSN Messenger/Windows Live Messenger, da Micro$oft.
Empresa q vive sendo processada pela União Européia, por violar leis anti-monopólio, incluindo alguns de seus programas junto com versões de seu sistema operacional, fazendo assim com q usuários preguiçosos e/ou q não buscam maiores informações sobre software, usarem o q vem com o PC msm….
Esse seria um dos grandes fatores para a popularização do MSN Messenger.

Outro protocolo q ainda tem um bom número de usuários, é o ICQ. Na maioria, são usuários antigos do ICQ que não querem mudar de serviço.
Um q é pouco utilizado, pelo menos aqui no Brasil, mas um tanto conhecido, é o Yahoo! Messenger.

Uma opção para quem quer conversar pela internet, e é a favor da filosofia do software livre (open-source), é o Jabber.

Mas pq usar Jabber?
O Jabber é descentralizado, e isso dificulta o monitoramento das mensagens.
Se tudo passa por um servidor só, como no caso do MSN e outros protocolos fechados, quem garante que as mensagens não estão sendo “testadas” para que “advinhem o assunto a partir de palavras-chaves/usuários específicos” e “acompanhem conversas que interessem a eles?”
Alguns clientes Jabber suportam até criptografia, o q seria interessante para conversas altamente confidenciais…

O Google Talk (Gtalk) usa a rede do Jabber, portanto, se vc tem uma conta registrada no Google Talk, e já se conecta nessa rede, parabéns, vc já usa o protocolo do Jabber. Para usuários do Windows, é só instalar o Gtalk, e entrar com seu login e senha.

Pra vc q é esperto, e não usa esse Pseudo sistema operacional, para se conectar ao Jabber, é só ir ao site http://www.jabber.org, entrar lá na parte onde eles indicam alguns clientes para uso, escolher o seu, e começar a usar.
Recomendo o Gajim, q é o q eu tenho usado aqui. obs: Atenção! eu disse Gajim, e não GAIM, q tb conecta no Jabber.
Se vc usa o Debian, ou uma distro baseada nele, melhor ainda, pq é só vc abrir um terminal, se logar como root, fazer um “apt-get install gajim” (sem as aspas, logicamente), q ele já instala automaticamente ae, sem complicações.

Depois pra fazer a sua conta no Jabber, é só escolher um servidor lá na lista de servidores dentro do próprio cliente q vc escolheu, criar um username e uma senha.

Mas ae vc vai falar: Mas Jonathas, todo mundo usa o MSN! Como q eu vou fazer? Não tem como eu aderir a esse revolucionário protocolo livre!

aí eu te digo: Tem como se conectar ao MSN, ICQ, AIM, Yahoo, e até IRC, através do protocolo Jabber!
Sim!
Vou dar um exemplo, usando o cliente q eu recomendei acima (Gajim).
Após ter registrado sua conta em um dos servidores Jabber, e estar logado com ela, vá em Ações, e “Descubra Serviços”. No campo Endereços, entre com o endereço de um servidor Jabber, como por exemplo: nedbsd.nl
clique em “Ir”, e o Gajim vai listar os transportes q o servidor q vc colocou ali aceita.
Aí é só selecionar com um clique o transporte do protocolo q vc quer, clicar em registrar, entrar com seus dados já registrados nesse protocolo (seu e-mail do MSN, por exemplo), e clicar em OK.
Feito isso, o cliente conecta ao protocolo q vc escolheu (MSN, ICQ, AIM…), usando o protocolo do Jabber, instalado no servidor q vc escolheu (nedbsd.nl), e importa sua lista de amigos do protocolo q vc escolheu (MSN, ICQ, AIM…) pro cliente (Gajim).
Agora vc tem no seu cliente seus amigos do Jabber, e do outro protocolo q vc escolheu pro Jabber fazer o transporte! Agora é só ir convencendo cada um dos seus amigos a mudarem pro Jabber, para q um dia não seja mais necessário fazer esse transporte de protocolo… huahauha….

Gajim com Beryl no Linux:

Usando o Gajim:

O vídeo mostra a pessoa cadastrando uma nova conta no Jabber, e publicando seu perfil público