Gostaria de falar nesse artigo, sobre o novo mouse que eu acabei de comprar, e como foi fácil fazê-lo funcionar no Linux. O modelo é o Navigator 900 Bluetooth Mouse, da Genius.
Genius Navigator 900
Sempre descartei a possibilidade de ter um mouse wireless, porque teria que conectar aquele transmissor na USB, e se fosse pra conectar algo na USB, então porque não usar logo um mouse USB com fio? Além daquele conector pra mouses wireless ocupar uma USB, ainda ficava feio, algo sempre presente ali no Notebook, pra fora..
Pensando assim que comecei a pensar em adquirir um Mouse Bluetooth, em vez de um mouse Wireless, já que meu Notebook (Dell Inspiron 1525) tem bluetooth interno, e não precisaria conectar nada na USB, não precisaria daquele transmissor que os mouses wireless tem.. Tá bom, sei que pode vir um engracadinho e comentar aqui que bluetooth também é wireless (sem fio).Ok, vocês sabem do que eu estou falando aqui quando eu digo “mouse wireless”; Estou falando dos mouses wireless que não são bluetooth.
Sobre o mouse
Desempacotando o mouse:
O mouse Genius Navigator 900 vem com um manual em diversos idiomas, ensinando como conectar no Windows e MacOSX, e funciona com 2 pilhas AA, que já vem inclusas. Possui resolução de 800dpi. Na verdade, não achei ele tão preciso.
O mouse custou R$69,00, com 1 ano de garantia, na RioCraft, que fica na Av. Rio Branco, 156 (PromoInfo). Ainda não sei qual é a duração das pilhas nele, pois comprei recentemente.
Ele é bem compacto, e nessa foto abaixo, parece que o meu mouse anterior que comprei em Asunción é gigantesco, mas é o Genius que é pequeno mesmo, e faz o outro parecer gigante. Haha
(Sorry about the flash)
Darth Vader e Jango Fett. haha
A configuração do sistema
Enfim, aqui no meu Notebook, uso o Arch Linux, e estou muito satisfeito com a distro. Já utilizava o Bluetooth antes de comprar esse mouse, para ouvir música com um headphone da Nokia que veio junto com meu celular, e também para passar algumas músicas e imagens do Notebook pro celular, e vice-versa. (Talvez depois possa escrever um artigo mostrando como conectar o headphone bluetooth para usar no GNU/Linux)
Tenho os seguintes pacotes instalados, relacionados a Bluetooth:
No arquivo “/etc/rc.conf”, que é o arquivo de configuração central do Arch Linux, no array de daemons, tenho adicionado o serviço @bluetooth, com uma arroba na frente, pra que o bluetooth seja inicializado em background na hora do boot.
Utilizo o Gnome aqui, e em “Aplicativos de sessão”, ou seja, os programas que o Gnome carrega quando ele inicia, está configurado para carregar o “blueman-applet”.
Após o Bluetooth ter sido inicializado no boot, e o Blueman ter sido carregado na inicialização do Gnome, um ícone dele ficará na tray.
Configurando o mouse bluetooth no GNU/Linux
Agora é só colocar as pilhas dentro do mouse ligá-lo no powerswitch que ele possui, apertar o botão connect dele, e no sistema, clicar no ícone do Blueman (Você pode fazer isso com o touchpad). Isso fará com que seja aberta a tela de Dispositivos Bluetooth. Lá irá ser detectado o mouse.
Então, é só clicar com o botão direto em cima, e clicar para “Ligar Serviço de Entrada”. Tendo feito isso, aparecerá o status “Conectando”, e logo depois “Sucesso!”, na barra de status da janela. Agora, com o dispositivo selecionado, é só clicar na estrela, para deixá-lo como Confiável.
Desfrute de sua área de trabalho mais organizada, com menos fios.
Pra mim, só falta colocarem em uso comercial a eletricidade sem fio. É algo que espero ansiosamente.
Bem, para não dizerem que eu to viajando, aqui vão duas reportagens sobre isso:
Culminis Road Show é um evento internacional, de uma organização internacional, que apoia grupos de TI em todo o mundo, e auxilia no contato com a Microsoft.
Meio redundante isso, não? Pois é.. mas foi assim q eu fiquei sabendo como começaria o meu sábado de palestras da Microsoft, q eu gostaria de chamar de “Windows Live Speech Day”.
Aconteceu nesse sábado, dia 16 de Junho de 2007, e foi de 9 da manhã, até as 18:30.
Com pausa pro almoço, claro.
O evento foi distribuído em 3 salas da minha querida e windows-friendly faculdade, Universidade Veiga de Almeida, na Tijuca…
Eu fiquei na sala 1 do evento, onde tudo começou com uns videozinhos, propagandas da Microsoft em inglês, q ninguém devia estar entendendo porcaria alguma, já q estavam em inglês, e sem legendas.
Logo após, começou uma apresentação sobre o Windows Server 2008, codinome: “Longhorn”, ou chifrudo, como queiram chamar…
As apresentações eram feitas no Powerpoint. Pra passá-las, cada palestrante levava seu notebook, com Windows Vista (claro), e ligava em um projetor multimídia.
Vou aqui comentar alguns pontos q me chamaram atenção nisso tudo.
Olho para a parede, e no slide de apresentação me aparece a seguinte frase: “Nosso poder não está em nosso software, mas no poder em que ele liberta em você”
wow.. quase q eu começo a rir muito, depois de uma dessas…
Software proprietário te prende. vc não aprende a usar uma ferramenta pra atingir seu objetivo, e sim somente um programa específico.
O palestrante continuou apresentando o evento, dizendo q existe um contrato chamado MSDNAA, que permite que todos
os alunos de uma faculdade levem produtos Microsoft pra casa.
As empresas que doarem MSDNAA para universidades, ganham um Windows Server R2. Um MSDNAA custa US$499,00.
“A Microsoft observou a pressão sobre os profissionais de TI, e a maioria do tempo gasto, é com manutenção”
Agora.. por favor.. me ajudem a deduzir pq a maior parte do tempo é gasto com manutenção? hein? hein? Programas bugados, feitos visando o lucro acima de qualquer coisa. Programas com falhas de segurança. Programas fechados, q não podem ser corrigidos rapidamente, tendo q esperar a boa vontade da Microsoft em lançar uma correção, e no tempo q ela quiser… já um software livre, a própria pessoa pode modificá-lo, e corrigir seus erros, não dependendo assim de uma empresa, ou seja, sendo realmente livre!
Agora essa foi uma das frases q me fizeram rir muito, e não acreditar se tinha ouvido realmente aquilo: “Você vê q as invasões de Linux estão lá no alto, e as de Windows Server…”
peraí.. como? Invasões de Linux estão lá no alto? e eu moro em Neverland, né?
Relembrando uma frase de Steve Ballmer (CEO da Microsoft):
“Eu tenho 4 palavras pra vocês: Eu amo esta empresa!”
E agora, se mostrando um bom discípulo de Ballmer, o palestrante diz q após o Longhorn, estará falando sobre o IIS 7, e solta a seguinte frase: “Isto está simplesmente fantástico!”
Bem, falando agora mais sobre o chifrudo msm (Longhorn):
Windows Power Shell
O Longhorn possui um novo feature interessante, chamado “Windows Power Shell”
Nossa.. de onde eles tiram esses nomes? Achei q faltou o Live ali no meio…
O Windows Power Shell, assim como vários outros serviços no Longhorn, não vem instalado por default.
É simplesmente um prompt com “PS” na frente, como disse o palestrante.
Ele serve para automação de tarefas, e scripts aprimorados.
As GUIs ficam em camdas sobre o Power Shell, permite gerenciamento remoto, possui centenas de scripts prontos no Technet Script Center.
(ou vc achou q um usuário de Windows ia querer criar scripts igual um usuário
daquele sistema chato, arcáico, feioso, e cheio de falhas de segurança chamado Linux?)
O palestrante mostrou um script pronto lá, q salvava um log em html, e soltou a seguinte frase: “Pra quem gosta de Linux é uma maravilha, né…”
A Microsoft se orgulhando de ter copiado o shell do Linux.. olhaaaaaa…
agora tem a cara de pau de vir querer processar os usuários do Linux, com afirmações infundadas de q o Linux infringe mais de 200 patentes desse pseudo-sistema?
Me processe primeiro, Microsoft!
Virtual PC 2007
O Virtual PC 2007 é uma grande imitação do VMWare.
O palestrante lá colocou o Virtual PC 2007 pra rodar o Longhorn sobre o Vista do notebook dele.
Demorou um século pra iniciar, todos calados.. achei q fosse travar tudo, e tivesse que reiniciar (algo típico de Windows).
O padrão dos arquivos da máquina virtual são abertos, e permite integração maior com outros sistemas (Maldita Novell q se vendeu)
O Longhorn não vem com nada instalado, vem zerado. A pessoa q vai acrescentando os serviços depois, e agora ele não pede mais CD pra acrescentar serviços.
ohhh.. descobriram uma forma já muito conhecida de não sobrecarregar tudo com coisas inúteis, né? espertinhos!
Uma coisa q eu reparei também, foram os efeitos q acontecem nas janelas, quando elas são colocadas em 1º plano, quando são minimizadas, maximizadas, etc…
Tais efeitos são muito básicos, quando comparados com os q existem em um programa pra Linux chamado Beryl.
O Longhorn possui uma GUI para configurar o servidor, ou seja, a Microsoft quer copiar um pouco de outros sistemas, mas quer q os seus usuários continuem na mesma ignorância. Com assistente gráfico pra configurar um servidor, qualquer pessoa configura, e isso me faz duvidar da inteligência daqueles q trabalham com isso, e são especializados em Microsoft. Muito típico de Windows User isso…
Achei q estava sendo radical demais, mas então o palestrante soltou mais uma frase pra concluir o meu pensamento: “Vou me preocupar com o servidor a termo de negócios, e não tecnicamente”
Realmente, alguém duvida de mais algo? Preciso comentar mais nada…
Então, na demonstração, fazendo instalação de um novo serviço no seu Longhorn, pelo modo gráfico (claro), aparece a seguinte mensagem: “Print server (you must restart)”
ou seja, realmente algumas coisas nunca mudam…
Windows Longhorn Server Core
Esta belezura possui o mínimo de serviços, e não possui interface gráfica. Possui apenas um sub-conjunto de executáveis e dlls, e é gerenciado remotamente.
Peraí.. peraííí…. mas isso foi uma cópia descarada demais de um Linux rodando somente modo texto!
TCP/IP
Foi feita uma reformulação do TCP/IP (tcpip.sys), em uma porta só, recebe IPv4 e IPv6, e a Microsoft criou APIs para facilitar empresas de software.
Porém, pelo q eu pude notar, ainda usa Winsock, ou seja: O Linux continua com maior desempenho na internet, por conectar diretamente. Se não me engano, é 10% mais rápido.
Firewall
O Firewall do Windows foi combinado com o IPSec. Claro, tudo em modo gráfico também, inclusive as regras configuráveis lá.
O sistema inicializa junto com o Firewall. O Firewall não entra mais por último, ou seja, teoricamente não tem como atacar o sistema durante seu boot.
Níveis de Permissões
Foi feita uma reformulação nos níveis de permissões. Como o próprio palestrante citou:
“Os serviços rodavam com muito mais permissões do que precisavam”
hmm.. de onde será q eles copiaram tanta idéia daqueles níveis de permissões, hein?
“A diminuição da superfície de ataque é muito grande”
Sei.. sei.. imagino q pelo menos metade do código reformulado deve ter sido por causa disso, numa tentativa de diminuir isso…
“Se você entrava lá no Zone-H, e via lá:
Linux -> 20 invasões
Windows -> 5 invasões
Agora vai cair pra 0″
ahn… as invasões no Linux que vão cair pra 0, né?
Eu ri muuuuito nessa hora! Foi uma das partes mais divertidas do evento!
Chip TPM
Existia uma chave de criptografia q ficava no HD, mas se uma pessoa tinha um notebook com dados confidenciais, e este fosse roubado, os dados poderiam ser acessados por quem tivesse acesso físico ao notebook. Era só bootar por outro Sistema Operacional.
Agora notebooks estão vindo com um chip TPM (Trusted Platform Modules), q é onde está sendo armazenada a chave de criptografia, e é mais seguro.
Quando o PC é bootado, e vai entrar no sistema operacional, ele acessa esse chip TMP, e pega a chave de criptografia pra poder ler o conteúdo desse HD, criptografado por Bitlocker, e poder acessar o sistema operacional.
O Bitlocker só funciona no 1º disco. No segundo, usa-se criptografia EFS.
Essa chave pra acessar o HD na hora do boot, e poder entra no sistema operacional, pode ser armazenada somente em chip TPM, ou Pendrive. Não pode ser jogada no CD, segundo o palestrante.
Ou seja, se a placa mãe queimar, e o chip TPM parar de funcionar, a pessoa tem q ter o backup daquela chave no Pendrive, senão ela não consegue mais acessar seu HD.
Se a pessoa não tiver um chip TMP em seu notebook, e usar um Pendrive para fazer esse processo, se ela perder o pendrive, não vai mais ter como acessar esse HD, nem pra dar boot pra formatar. Nesse caso, ela teria q tirar esse HD, ligar como secundário em outro PC pra poder formatar.
Se liga, pessoal! Isso é DRM, ou Digital Rights Management, ou como alguns gostam de chamar: Digital Restrictions Management, ou Gerenciamento de Restrições Digitais.
A Microsoft colocando as fabricantes pra produzir um chip pra funcionar com o sistema dela? Casando mais ainda Software com Hardware? Restringindo os usuários?
Diga não a isso!
O AD RMS protege contra o acesso aos arquivos digitais de uma organização. Pode restringir para não imprimir, tirar printscreen, copiar, alterar, e etc.
É o mesmo q tem no Office, e isso está se tornando bastante usado no sistema.
Ou seja, mais DRM!
Group Police Management
o Group Police Management vem como uma “fítiu” do Longhorn, como disse o palestrante.
Este restringe hardware de acordo com a conta do usuário, e políticas.
Permite, e bloqueia dispositivos usando a classe de cada um.
hmm.. não tinha isso no Linux? Zézinho pode usar o Drive de CD, João não pode..
A esta altura da palestra, o palestrante pediu emprestado um Pendrive, pra fazer um teste lá, e demonstrar as restrições. O Windows não reconheceu o Pendrive. Provavelmente pq estava rodando em uma máquina virtual (Virtual PC 2007), como alguém sugeriu q fosse…
Pode até ser, mas eu tenho lá minhas dúvidas q seja só por causa disso msm…
O Longhorn possui o Clustering Failover, q dá suporte para discos GPT, q são discos com mais capacidade do que os MBR.
Agora, sobre redes, a Microsoft fez uma parceria com a Cisco, para dar suporte ao NAP (proteção de acesso à rede)
antes de conectar em uma rede, se o cliente não estiver atualizado, é redirecionado para um servidor com patchs. Só depois pode entrar na rede.
Se o cliente for WinXP, vai receber o cliente do NAP via Windows Update, pra poder entrar na rede.
Uma coisa interessante q eu notei, foi q quando apareceu o slide pra mostrar os próximos laçamentos da Microsoft, um deles era um tal de Windows Small Business Server “Cougar”, q está marcado pra sair em 2008.
Não seria isso cópia descarada demais dos nomes do Mac OSX? Tiger, Leopard, etc?
A coisa deve ser tão copiada, q nem o nome eles se importaram em criar algo diferente…
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Foi demonstrado pelo mesmo palestrante, após um “almoço” q eu tive no Mac Donalds, o IIS 7, rodando sobre o Windows Vista do notebook dele.
Alguns pontos importantes eu anotei:
Demonstrando o IIS, demorava um século pra abrir.
Mudou configurações, e deu erro “server error in application”
Acabou se enrolando todo, e não conseguiu colocar pra rodar a página.
Ou melhor, só conseguiu colocar pra funcionar depois de um século.
A configuração do IIS é baseada em arquivos XML
Possui uma estrutura amigável de arquivos .config
Detalhe: Mexendo nas configurações do IIS, apareceu uma mensagem de erro lá, dizendo q não tinha memória suficiente. O notebook do palestrante estava com 2 GB de RAM. Realmente, Windows Vista erro númeor 1: Gasto insuficiente em hardware.
Uma frase interessante: “Funciona via HTTPS, ou seja, altamente seguro”
Como se isso fosse sinônimo de segurança…
Aí então, passando os slides, fazendo a apresentação, chega em um deles, e o palestrante fala: “isso daqui são classes. isso daqui é pra programador”, e rapidamente passou o slide…
Então foi mexer no mouse, e ficou um rastro preto no fundo. Isso pq o notebook tinha 2 GB de memória, hein!
Como essa palestra foi a menos produtiva, a mais enrolada, e a q fez mais pessoas irem embora ou ficarem dormindo, como se não bastasse, o palestrante soltou o q eu considerei uma piadinha de conclusão: “O desenvolvedor ganha mais liberdade no servidor”
ahan.. sei.. sei.. tão livre quanto um Apache!
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Intervalo da palestra do IIS 7 pra palestra sobre Terminal Services
Sai o notebook do 1º palestrante, entra o notebook da outra palestrante… este rodando Windows XP.
Avisam q teria um intervalo de 5 minutinhos, q seria só o tempo dela preparar o material lá pra poder começar.
Como tudo na Microsoft é muito brilhante, aparece uma mensagem do Projetor Multimídia, projetando na parede uma tela azul, mas não era a tela azul da morte! Era uma tela azul escrito: “No Signal”.
Ficou um século lá, e nada dela conseguir colocar o Projetor pra pegar imagem do notebook.
Então ela pediu ajuda aos “Geeks”, q estavam lá pra assistir a palestra.
Levantou um deles, pra mexer.. ficou brincando lá sem saber o q fazer.
Daqui a pouco, tinha já mais de 6 pessoas ao redor daquele notebook e do projetor, tentando fazer tudo funcionar. Ninguém conseguiu!
ahh.. tinha quase me esquecido q são geeks incopetentes, windows users.
Finalmente alguém conseguiu, depois de muuuito tempo. Este ganhou um boné!
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Terminal Services
O Terminal Services permite usar recursos do servidor pra abrir um programa localmente. Os programas rodam no servidor, mas parece q estão rodando localmente. Achei isso um recurso interessante.
Só podia ser, né.. não foi a Microsoft q fez… quem fez o Terminal Services foi o pessoal do Citrix, q a Microsoft posteriormente entrou em um acordo…
A palestrante se enrolou com tanta máquina virtual aberta sobre o Windows XP rodando notebook dela lá, e soltou a seguinte frase: “tá vendo como que é difícil trabalhar com várias áreas de trabalho?”
Isso foi um clássico comentário de uma usuária de Windows.
Na verdade, o conceito de várias áreas de trabalho, veio pra facilitar a vida de muita gente, melhorar a organização das janelas, e é amplamente usada em sistemas GNU/Linux.
Continuando reclamando sobre as máquinas virtuais abertas sobre seu desktop: “Essa tela ficou grande agora, mas eu não vou nem mexer – tá funcionando”
Novamente, outro comentário típico de uma usuária Windows. Esse comentário revela um grande comodismo da parte dela, em não se dispor a resolver problemas em seu PC, ou seja, o comodismo de querer tudo na mão, e não querer explorar mais a fundo o sistema. Podemos saber de onde vem tanta ignorância quando ao Linux.
Acomodação com um pseudo-sistema chamado Windows.
Era impressionante como as pessoas davam palpites à palestrante, de como mexer no notebook dela. As pessoas estavam ensinando a palestrante.
Falando sobre o Vista: “A diferença do Beta 1 pro Beta 3 é impressionante, pq as pessoas vão achando os erros, e reportando pra Microsoft”
E ela continua com a mesma ignorância daquela outra palestra q ela deu lá na Veiga de Almeida. Inclusive eu já postei sobre isso aqui, e comentei no meu post chamado “Até que ponto pode chegar a ignorância humana?“
Ou seja, pelo q ela mesma disse, as pessoas vão reportando os erros pra Microsoft,
e a Microsoft vai corrigindo-os… Isso é uma mentalidade muito limitada,
digna de uma pessoa q não é livre!
Ela é presa a uma empresa que só quer saber de sugar o dinheiro das pessoas,
fazendo software de baixa qualidade, e cheio de bugs.
Se fosse software livre, as próprias pessoas não dependeriam de uma empresa pra consertar erros no software.. não teriam q ficar esperando uma empresa fazer isso, e sim essas mesmas pessoas pegariam, e modificariam à gosto o software, melhorando-o, consertando os bugs, e compartilhando seu código com a comunidade.
O software seria realmente delas, pq elas teriam seu código fonte, e não precisariam pagar uma licença pra usá-lo.
Destaque pra uma hora q a palestrante falou a palavra “Driverless” –> “driver lexxxx”
Não só a dela, mas a pronúncia em inglês de todos os palestrantes, foi totalmente excelente!
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Windows Vista
O q um monte de crianças do Pedro II estão fazendo aqui?
E essas velhas aqui tb?
Essa gente não tem cara de geek!
O palestrante de Windows Vista, se não me engano, é líder do grupo getWindows (bleargh!)
Mais um q se enrolou pra colocar seu notebook pra funcionar com o Projetor Multimídia.
demorou um tempinho.. me parece q o cabo estava com mal contato.
Enrolações
Essa palestra foi a mais curta e a mais corrida, devido a enrolações q ocorreram:
O palestrante de IIS 7 ter ficado tentando fazer aquele servidor funcionar, sem sucesso.
A palestrante do Terminal Services ter ficado enrolada lá tentando fazer o notebook dela jogar imagem pro Projetor Multimídia.
O evento q era pra ter terminado às 17h, foi acabar às 18:30.
E nem deu tempo de falar tudo q o palestrante tinha pra passar.
Restrospectiva
Começamos com uma retrospectiva pelas versões do Windows. Suas features, e seus requisitos mínimos. Vimos screenshots delas, e vimos também sobre sistemas de arquivos.
A primeira versão do NTFS foi criada a partir do Windows NT 3.5
O FAT32 foi criado junto com o Windows 95
A partir da versão SR2, o Windows 95 deu suporte a USB
A partir do Windows 98, começou a existir restauração do sistema via DOS.
A encriptação EFS foi criada a partir do Windows 2000
Suporte Multilingual no Windows Vista
A partir do Windows Vista, o Windows agora permite q o usuário mude sua linguagem com a penas alguns cliques. Por exemplo, se vc for brasileiro, e estiver mexendo no Vista em Português Brasileiro, e tiver com um amigo Japonês como visitante, ele pode mexer no PC tb. É só vc mudar a linguagem do sistema para Japonês, fazer Log Off, e Logar-se novamente, mas desta vez, com o idioma trocado.
Até então, para se ter isso no Windows, era necessário adquirir uma cópia em Português Brasileiro, e outra em Japonês. Agora, é possível fazer esta troca com apenas alguns cliques.
Interessante é q a Microsoft coloca isso como se fosse uma grande e maravilhosa novidade, sendo q isso já existe em qualquer distribuição Linux, faz muito tempo já!
No Linux é só na hora do login, escolher o idioma q quiser pra entrar, e pronto.
Vista Starter Edition
Todas as versões do Vista tem suporte a arquitetura de 64 bits, menos o Vista Starter Edition.
O Vista Starter Edition é da mesma forma q o Windows XP Starter Edition, ou seja, é muuuito limitado, para PCs populares. Só abre 3 programas ao mesmo tempo.
Porém, para rodar um Vista Starter Edition, tem q ter o mínimo de 512MB de RAM.
Muito mais do q pra rodar um Windows XP Starter Edition.
Com essa quantidade de memória, vc pode rodar qualquer distribuição Linux completa, e muito bem, com sobra.
Gadgets – Sidebar
Recursos para adicionar acessórios em uma barra lateral no desktop, como: Calculadoras, Calendários, Relógios, Album de fotos, RSS, etc…
Isso daqui foi uma imitação q o Vista fez do SuperKaramba, q é um programa para o ambiente gráfico KDE, q adiciona gadgets na área de trabalho. Também existem outros programas pra Linux q fazem o mesmo, pra outros tipos de ambientes gráficos q não sejam KDE.
O palestrante exemplar
O palestrante deu o exemplo, falando q não usa uma conta de usuário e outra de administrador. Não adianta nada a Microsoft copiar os níveis de permissão do Linux,
usando uma conta de super usuário, administrador, pra poder fazer
modificações no sistema, se os usuários dela continuam usando uma conta
com acesso total pra mexer normalmente todos os dias. Tá aí mais um exemplo típico de Windows-user!
Mais Enrolações
Então o notebook deixou novamente de mostrar a imagem no Projetor Multimídia, e a tela ficou azul sem sinal.
Nessa hora, algumas pessoas foram embora.
Alguém, lembrando do último episódio, falou: “É, outro boné”
Após a imagem ter voltado, apareceu a mensagem: “O windows se recuperou de um desligamento inesperado”
Levels de inicialização
No Vista, existem levels de inicialização. No Windows XP, usuários e serviços iniciavam juntos na Session 0.
Seria isso uma mitação dos levels de initrd de alguma distribuição Linux?
Firewall do Vista
No Vista, o Firewall é nativo ao sistema. Inicia antes dos drivers da placa de rede, como disse o palestrante.
Mas peraí… o q adianta ele inicializar antes dos drivers da placa de rede? se ele inicia antes dos drivers da placa de rede, quando ele inicia não tem nem conexão. Então, quem vai invadir um PC sem conexão?
Pre-Fetch, Super Fetch, ReadyBoost
Achei isso muito interessante a princípio, quando fiquei sabendo da existência em um video q assisti.
O Vista pode usar o seu Pen Drive para aumentar a velocidade do sistema.
Porém, o vídeo q eu assisti não dizia como q era feito esse processo.
Nessa palestra eu pude ficar mais por dentro do assunto, e inclusive ter umas idéias sobre isso.
O Windows XP usava Pre-fetch, pra fazer o sistema ficar mais rápido.
O Vista passou a usar o Super Fetch com o ReadyBoost, q joga a memória virtual do disco pro Pen Drive, o q faz ficar muito mais rápido,
já q a velocidade de memória Flash é maior q a de um HD.
O Pen Drive tem q ser USB 2.0, e tem q ter suporte ao ReadyBoost. Mais um DRM aí a princípio. Porém, o palestrante foi legal com o pessoal lá, e mostrou uma gambiarra q se faz no registro do Windows, pra ele poder aceitar qualquer Pen Drive.
Eu tinha achado isso legal, né.. usar um Pen Drive pra aumentar a velocidade do sistema, e tal..
Então, pensando um pouco, imaginei algo pra Linux, q não testei ainda, mas q com certeza dá certo.
No Windows, a memória virtual fica em algum lugar, junto com o sistema. Já no Linux, a memória virtual fica numa patição separada, uma partição de SWAP.
A idéia seria só pegar um Pen Drive de 1GB, formatar ele em SWAP do Linux, deixar ele conectado direto no PC, e modificar lá no arquivo /etc/fstab pra poder reconhecer ele como SWAP. Aí o sistema Linux usaria a memória Flash como partição de SWAP, e ficaria mais rápido tb do q se fosse uma partição no HD.
Então, nada de idéia nova e mirabolante da Microsoft tb isso…
A idéia de Memória Virtual separada já existia tb!
Obs: Editei essa parte do texto, pois antes tinha escrito como o palestrante tinha dito: Headbuster, mas uns dias depois acabei vendo em um site q o nome é ReadyBoost.
Se os palestrantes soubessem falar inglês pelo menos, né!
Conclusão
Aqui terminou o meu “Windows Live Speech Day”…
Todas as pessoas receberam uma pastinha verde, com uma caneta azul, escrito Microsoft TechNet, uma folha, q era pra pessoa responder algumas questões, como: Qual era sua opinião sobre a Microsoft antes dessa palestra, e qual é a sua opinião sobre a Microsoft agora, após essa palestra. E eu marquei “nada favorável” nas duas, denovo.. igual eu fiz na última palestra q teve lá na Veiga de Almeida.
Recebemos também um cartãozinho Microsoft TechNet, onde dentro tem algumas coisas escritas, como:
Evolução Profissional é Conhecimento:
Profissional 5 Estrelas
IT Hero
Academias BI
E como disse o Marcello, a Microsoft trata seus trabalhadores como se fossem crianças.. onde já se viu? IT Hero?
Bem, eu achava q pelo menos o meu mouse optico da Microsoft prestava…
Esse mouse q eu comprei quando ainda era um ignorante Windows-user.
mas agora eu to clicando uma vez só, e ele tá entendendo como duplo clique.. tá todo doido…
Então, resumindo, Microsoft é uma porcaria msm, em todos os aspectos, em todos os produtos!
Estarei expondo aqui minhas primeiras impressões sobre o browser da Apple, usado no Mac OS X, chamado Safari, e q agora foi anunciado também para Windows.
Tudo bem, eu uso Linux aqui, mas ainda tenho o Windows XP em dual boot, pq eu tenho um scanner bem antigo, q não funciona no Linux. O scanner AOC Spectrum F-610 é tão antigo, q nem USB ele é.. é por porta paralela. Isso não seria tanto questão de incompatibilidade do Linux com scanners, pois com certeza se fosse USB, funcionaria no Linux. Portanto, quando eu comprar uma multifuncional da HP, vou me desfazer da velharia do scanner, e mandar o Windows XP pro espaço…
Bem, tendo dado esta breve explicação dos meus motivos, falarei agora sobre o assunto principal deste post.
Steve Jobs, um dos kras mais inovadores q eu já vi, surpreendeu alguns,
ao anunciar em sua apresentação na WWDC – Worldwide Developers Conference, o Safari para Windows
Eu não tive ainda o prazer de usar um Mac, mas usuários de Mac, dizem q o Safari é muito rápido.
Ele é pelo menos quatro vezes mais rápido que o Internet Explorer 7, e duas vezes mais rápido que o Firefox. Mesmo rodando somente no Mac OS X, o Safari já tem 18 milhões de usuários.
Lançando agora uma versão também para Windows, a Apple espera aumentar a participação no mercado.
O navegador da Apple, q roda em Mac OS X, e agora também em Windows, já está disponível para download, em sua versão Beta: Safari 3 Public Beta
O Safari é baseado na engine do Konqueror – KHTML, q é o navegador usado no KDE, um dos ambientes gráficos mais populares para Linux.
Baixei pra testar aqui no Windows XP, e apesar de ser um browser sem muita firula, um programa de bom gosto, com navegação por abas, integração com RSS, busca no Google e Yahoo, o programa ainda está muuuuito instável.
Não lê CSS direito, e chega ao ponto de ter páginas q nem chegam a serem exibidas.
Quando eu fui clicar em qualquer um dos botões ali na barra dele, deu erro de execução no navegador: Obs: Clique nas imagens para ampliar.
Quando eu fui testar, abrindo um site q eu fiz (http://www.adbetel.com.br/home.php), e q é exibido normalmente no Internet Explorer, no Firefox e no Opera, nem abriu no Safari. Apareceu a seguinte mensagem: “Safari is missing important resources and should be reinstalled.”
Fui abrir um site q estou fazendo agora (http://www.fabmarproducoes.com/refjer), todo seguindo padrões do W3C, usando XHTML e CSS, q está 100% validado, e é perfeitamente exibido no Opera, Firefox e Internet Explorer.
Ele tem um menu horizontal, criado todo em CSS, com efeitos de hover pra mudar o fundo. No Safari, o menu nem sequer apareceu.
E para finalizar: Meu blog, q vc está visualizando neste momento, quando visualizado pelo Safari, o título simplesmente desaparece!
Note ali também, onde eu circulei de vermelho. O texto não é exibido corretamente.
Na minha opinião, uma das idéias do Steve Jobs ter lançado o Safari para Windows, foi para popularizar o desenvolvimento de aplicativos para o iPhone, mais novo produto da Apple. Esses aplicativos serão feitos via web 2.0, e rodarão, logicamente no Safari, pois o iPhone rodará o Mac OS X.
Tentei rodar o Safari, emulando pelo CrossOver Office (Wine), aqui no Debian Linux. Consegui instalar normalmente, emulando uma instalação no Windows XP, mas quando fui abrir o Safari instalado, nada aconteceu.
Se alguém conseguiu instalar no Linux, emulando pelo Wine, entre em contato comigo.
Eu acho q poderiam também lançar uma versão para Linux, pois já q o Safari usa engine do Konqueror, a Apple poderia devolver algo pra comunidade.
O programa acabou de sair para Windows, e contém erros gritantes. Não é à toa q está com nome de Beta. Todos esperamos q a Apple conserte os erros, e faça com que o Safari para Windows seja mais um sucesso, assim como a versão dele para Mac OS X.
A comissão européia encomendou um estudo à holandesa UNU-MERIT, da Universidade das Nações Unidas, para investigar o impacto econômico do chamado “FLOSS” (Free/Libre/Open-Source Software) na economia européia. O site The Register relata a constatação dos pesquisadores de que o software open source rende aproximadamente US$ 2,58 bilhões anualmente. Agora, os legisladores deverão corrigir as políticas que implícita ou explicitamente favoreçam o uso do software proprietário.
A tecnologia de código aberto vem ganhando espaço tanto nas empresas do setor público quanto nas do setor privado. Entre os outros dados descobertos está o fato de que o código de softwares Open Source (OSS) equivale à doação de 131 mil dos chamados “person years”, o que corresponde à carga horária anual de uma pessoa – na Inglaterra, 2.080 horas de trabalho.
Segundo Rishab Aiyer Ghosh, autor do estudo, só em “person years” a economia européia ganha cerca de US$ 1 bilhão. O restante US$ 1,48 bilhão vem em forma de doação a projetos disponíveis livremente, representando um valor equivalente ao emprego anual de 565 mil desenvolvedores de software.
Para Ghosh, os valores doados para projetos de código aberto deveriam ser tratados como doações de caridade. O relatório também sugere que a educação técnica deve incentivar seus estudantes a participar de comunidades de desenvolvimento open source.
Segundo o site ZDNet, as declarações vão de encontro a afirmações recentes da Microsoft de que era um mito economizar dinheiro com o uso do sistema Linux. O estudo aponta o contrário, evidenciando que se pode economizar na maior parte dos casos em que se adota software aberto.
O relatório também encoraja empresas a testarem a suíte gratuita Open Office, indicando que ela oferece todas as funcionalidades procuradas para a criação de documentos, planilhas e apresentações. “Open Office é gratuito e extremamente estável”, afirmou o relatório.
No entanto, o estudo alertou para dois pontos: o primeiro é que em curto prazo a migração para OSS pode representar custos mais altos para as organizações, principalmente pelo investimento inicial do treinamento. O segundo ponto seria que alguns funcionários poderiam se sentir subvalorizados por trabalhar com software gratuito.
O estudo completo da UNU-MERIT pode ser baixado, em PDF, a partir do atalho tinyurl.com/ycgwe9.
Fonte: Terra Tecnologia
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“O segundo ponto seria que alguns funcionários poderiam se sentir subvalorizados por trabalhar com software gratuito.”
Mas q funcionários estúpidos, hein! hahahah…
“O relatório também encoraja empresas a testarem a suíte gratuita Open Office, indicando que ela oferece todas as funcionalidades procuradas para a criação de documentos, planilhas e apresentações.”
Concordo… o Open Office, agora chamado de BrOffice aqui no Brasil, é bem interessante msm… muito melhor do q pagar fortuna pra adquirir o Office da Microsoft, ou pior ainda, pegar uma versão pirateada…
“Para Ghosh, os valores doados para projetos de código aberto deveriam ser tratados como doações de caridade.”
Interessante.. nunca tinha pensado dessa forma… não vejo bem como caridade, e sim um investimento no futuro, em melhor software para nossos PCs…
“O relatório também sugere que a educação técnica deve incentivar seus estudantes a participar de comunidades de desenvolvimento open source.”
Isso com certeza, como eu falei em um post anterior aqui…
O assunto do Software Open Source deve ser tratado com mais profundidade nos cursos, escolas, etc…
São Paulo – Apresentado apenas com Windows XP, Intel anuncia que notebook educacional terá Mandriva Linux 2007 para atender exigências do governo.
A Intel fechou parceria com a Mandriva Conectiva para que sua linha de notebooks educacionais ClassMate PC conte com o sistema operacional Mandriva Linux 2007, segundo anúncio feito pela Mandriva nesta quinta-feira (11/01).
Desde da revelação do notebook educacional, feita pelo CEO da companhia, Paul Otellini, em visita ao Brasil em março de 2006, o ClassMate PC só havia sido apresentado ao público com sistema operacional Windows XP, da Microsoft.
Uma das exigências do governo para a implementação de plataformas educacionais no sistema pedagógico brasileiro, prevista para o segundo semestre de 2007, seria que os notebooks usassem sistemas operacionais em código aberto.
O XO, notebook educacional proposto pelo projeto One Laptop Per Child, usa o sistema Sugar, desenvolvido pela Red Hat especialmente para o portátil.
A Mandriva afirmou ainda que seu sistema acompanhará o notebook, com lançamento primário esperado para março no Brasil, quando a Intel levá-lo para outros países emergentes, como México e Índia.
Desenvolvido a partir do kernel 2.6.17 do Linux, o Mandriva Linux 2007 conta com a suíte OpenOffice 2, os aplicativos gráficos Adobe Reader 7 e Gimp 2.3, o software de VoIP Skype, o multimídia RealPlayer 10 e o navegador Firefox 1.5.
Além da Mandriva, A Metasys também deverá oferecer uma distribuição em Linux para o computador portátil da Intel. A empresa, no entanto, não foi encontrada para comentar sua versão para o sistema operacional.
Fonte: IDG Now!
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É isso ae! Ótima iniciativa do governo em usar sistemas de código aberto…
O futuro é Open Source, use Linux!
Pena q as pesquisas apontam q na maioria dos PCs q são vendidos no Brasil com Linux, são formatados e trocados por Windows…
Na minha opinião, pra isso teria q haver uma mudança nos cursos de informática tb, dando mais importância ao Linux, pq as pessoas já estão acostumadas com o Windows, pois des do primeiro contato com um PC, esse PC tinha o Windows instalado…
Tem q haver uma reeducação em todo o sistema de ensino… nas escolas, universidades, estabelecimentos comerciais, etc…
É até muito bom, pois corta bastante gastos na empresa, por não ter q comprar uma licença, por ser código aberto… dessa forma, evita-se até um pouco da pirataria…
Mudando de assunto, dia desses, pela internet ae, achei um site muito show…. http://www.linuxmall.com.br
Camisas, bonés, canecas, chaveiros, livros, acessórios pra PC, e muito mais…
Pra quem usa Linux! hahaha.. muito bom! pretendo comprar algo lá, qualquer dia desses ae…
Olá, me chamo Jonathas Rodrigues, sou estudante de Ciência da Computação, e trabalho desenvolvendo principalmente em PHP/MySQL. Neste blog, escrevo textos relacionados a tecnologia (principalmente Software Livre), com tutoriais, dicas, e muito mais.